Faltando pouco para o início da fase preliminar da 53ª edição da Copa Libertadores da América, o FIFA.com apresenta algumas das cifras mais marcantes do torneio, para você entrar no clima da principal competição interclubes da América do Sul.

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seria a pontuação total que, caso as vitórias sempre tivessem valido três pontos, o Nacional, do Uruguai, teria acumulado desde o início da competição. Com suas 38 participações, o clube de Montevidéu é o líder da tabela histórica de classificação. Logo atrás, aparecem seu arquirrival Peñarol (512 pontos em 39 edições) e o River Plate (502 em 30). A seguir, vêm Boca Juniors (401 em 22) e os paraguaios Olímpia (381 em 35) e o Cerro Porteño (367 em 34) — este, o único entre os primeiros colocados a nunca ter sido campeão. O clube brasileiro de melhor pontuação é o São Paulo, que aparece em 11º lugar (268 em 15).

113

jogos pela Libertadores é o recorde histórico do uruguaio naturalizado paraguaio Ever Almeida. O ex-goleiro não só é o único jogador a superar uma centena de apresentações, como também disputou todas as partidas pelo mesmo clube, o Olímpia, sem nunca ter sido expulso. Além disso, foi duas vezes campeão do torneio, algo que o colombiano Antony de Ávila (94) e o boliviano Vladimir Soria (93), que vêm a seguir na lista, não conseguiram fazer. No entanto, vale destacar que De Ávila foi cinco vezes vice-campeão — quatro pelo América de Cáli e uma pelo Barcelona, do Equador.

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é o total de gols feitos pelo maior artilheiro da competição, o equatoriano Alberto Spencer. O "Cabeça Mágica", como era conhecido, balançou a rede 48 vezes em 70 jogos pelo Peñarol e seis nos 17 que disputou pelo Barcelona. No total, ele entrou em campo em nove edições da competição. Foi artilheiro da primeira delas, em 1960, e dividiu o posto com mais dois atletas em 1962. A maior quantidade de gols feitos em um mesmo ano, porém, pertence ao argentino Daniel Onega, que fez 17 pelo River Plate em 1966, temporada em Spencer ganhou sua terceira e última Libertadores pelo Peñarol.

38

são os clubes que participarão da edição de 2012, que repete o atual formato de disputa pelo oitavo ano consecutivo. A fase preliminar será disputada por 12 equipes em seis jogos de ida e volta. Os vencedores desses encontros completarão a primeira etapa. Nela, os 32 participantes, divididos em oito grupos de quatro, se enfrentarão em dois turnos de todos contra todos. Os dois primeiros de cada chave avançam para as oitavas de final, quando começarão as fases eliminatórias, novamente em partidas de ida e volta, até a definição do campeão.

22

são os títulos que acumulam em conjunto os clubes da Argentina, o país que mais vezes venceu a Libertadores. A seguir, vêm Brasil (15), Uruguai (oito), Paraguai (três), Colômbia (dois) e Chile e Equador (um cada). Peru e México — que foi convidado a participar a partir de 1998 — já foram representados duas vezes cada um na decisão, algo que nunca conseguiram nem Venezuela nem Bolívia.

7

é o total de vezes que o Independiente, da Argentina, foi campeão da competição, o que o torna o clube mais vitorioso da Libertadores. A curiosidade é que o time jamais perdeu uma final. Logo atrás vêm o Boca Juniors, com seis títulos, o Peñarol, com cinco, e o Estudiantes de La Plata, com quatro. Nacional, do Uruguai, Olímpia, São Paulo e o atual campeão, Santos, somam três troféus cada. Entre esses ex-campeões, somente Independiente, Estudiantes e São Paulo não se classificaram para a atual edição.

3

técnicos conseguiram vencer a Libertadores por clubes diferentes. O destaque é o argentino Carlos Bianchi, campeão uma vez pelo Vélez Sarsfield e três pelo Boca Juniors. Ele, que também perdeu uma final com o clube auriazul, é o treinador mais vitorioso da competição. Completam a lista dois brasileiros: Luiz Felipe Scolari, campeão pelo Grêmio e o Palmeiras, e Paulo Autuori, vencedor com Cruzeiro e São Paulo.

2 Copas Libertadores foi o que ganhou Pelé, que fez exibições de gala por aquele Santos histórico, que marcou uma era no início da década de 1960. O Rei foi campeão em 1962 e 1963 e artilheiro em 1965, com oito gols — ano em que o Peixe foi eliminado nas semifinais pelo Peñarol. Ao todo, Pelé disputou 15 partidas na competição e marcou 17 vezes.