
O brilho de Neymar na 200ª partida com a camisa do Santos, o retorno de Alex ao Coritiba e a mais uma rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 estão entre os destaques da semana que o FIFA.com revive através das melhores frases do período. Confira!
"O futebol é improviso. Não foi nada planejado. Você imagina uma coisa na concentração, mas na hora do jogo tudo pode mudar. Aí você fica sujeito a improvisação e deu certo. Pensei rápido para sair nas melhores condições possíveis dos marcadores. Depois, eu esperei e chutei no canto", Neymar, atacante do Santos, que marcou um de seus mais belos gols durante o empate em 2 a 2 com o Atlético-MG na Vila Belmiro, na última quarta-feira
"Tive de trabalhar muito até hoje e preciso trabalhar muito mais para que elas continuem acontecendo. Então o filme que passa na minha cabeça, agora, é de trabalho. Lembro dos meus treinos no infantil e no juvenil e, agora, vejo milhares de pessoas me esperando e eu chegando de helicóptero", Alex, meia revelado pelo Coritiba, em sua apresentação à torcida no retorno ao clube paranaense
"Como não me conhecem, por causa do porte físico às vezes têm a impressão errada mesmo: ‘ah, então ele deve ser de um estilo mais trombador’, quando na verdade eu nunca fui jogador de trombar muito, mas um que gosta de jogar: de pegar a bola, partir para cima... Só isso de chutar forte é que vem desde pequeno", Hulk, atacante do Zenit, da Rússia
"Eu falei para mim mesmo: quero outra coisa. Levei muito tempo para chegar a esta decisão. Quero recuperar a adrenalina de estar à beira do campo. Treinar a França? Por que não? Faz seis anos que parei de jogar. Então tive muito tempo para pensar sobre isto", Zinedine Zidane, sobre a possibilidade de ser treinador da seleção francesa
"Não estamos mortos, vamos lutar. Temos chances. É uma questão de procurar fazer as coisas certas nas sete rodadas que faltam. Contra o Paraguai começará a hora da verdade", Oscar Tabárez, técnico do Uruguai, sobre a goleada por 4 a 1 sofrida diante da Bolívia
"Acompanho o Drogba desde pequeno e já via todos os seus jogos quando ele ainda estava no Guingamp. Jogar ao lado dele na seleção era um sonho que se tornou realidade. Estou curtindo cada instante", Max-Alain Gradel, atacante da Costa do Marfim
"A primeira Copa do Mundo definitivamente deixa uma marca. Você tem de estar preparado para ajudar seus companheiros. Sei que não participei diretamente em 1998, porque estava apenas treinando e sentado no banco, mas ainda assim você pode contribuir muito para o grupo. Foi assim também na minha segunda vez, na Coreia do Sul e Japão. Quando você vence uma Copa do Mundo, mesmo no banco, é uma emoção muito grande. Isso te dá ainda mais vontade de fazer parte da seleção e de representar o Brasil", Dida, ex-goleiro da Seleção Brasileira
"É difícil deixar essa vida pra trás. Eu quero, gostaria muito de ter um título antes de encerrar a carreira. Eu não sei se já defendi melhor do que hoje, mas nunca me senti tão tranquilo para entrar em campo e jogar quanto me sinto hoje. O difícil é você se manter bem todos os dias no treinamento e acompanhar os demais, mas entrar em campo e jogar ainda é uma prazer muito grande", Rogério Ceni, goleiro do São Paulo, sobre os planos de se aposentar e o desejo de conquistar a Copa Libertadores antes de deixar os gramados
"Se me arrependo de algo? De muitas coisas, mas nunca baixarei a guarda. Tem sempre alguém querendo passar por cima de você, principalmente os invejosos", Hristo Stoichkov, maior nome do futebol búlgaro que brilhou no Barcelona na década de 90
"É mágico, só que a ficha ainda não caiu. Mas não tem problema, vai cair mais tarde. Acho que o título foi merecido, embora tenha havido situações um pouco quentes no fim. Claro que tivemos um pouco de sorte, mas é preciso saber dar uma mãozinha para a sorte", Sandie Toletti, capitã da seleção da França que no último sábado conquistou o título da Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA Azerbaijão 2012
"Não sei se mereço, mas sei que lutei muito para chegar até aqui. Sofri uma lesão antes do início do torneio e não foi fácil me recuperar para tentar jogar o meu melhor futebol. Mas tudo terminou bem. Só posso dizer que estou muito emocionada pelo prêmio ter sido entregue a uma defensora pela primeira vez na história. E ainda mais por tê-lo recebido das mãos de uma lenda, que é o Michel Platini", Griedge Mbock Bathy, Bola de Ouro adidas do Azerbaijão 2012







