As frases da semana
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“É bom conviver com jogadores novos, estou muito feliz. Fiz um gol, participei bem do jogo e saio feliz. O jogo vem celebrar essa alegria. O Mano testou uma forma de jogar, e, independentemente do adversário, levei da melhor forma possível com a importância de jogar bem. Daqui para frente é só melhorar”, Kaká, feliz pela boa atuação na volta à Seleção Brasileira.

“Kaká é um grande jogador, craque, é fácil jogar com um cara desse nível. O entrosamento ainda tem de melhorar. Mas fomos muito bem nessa partida”, Neymar, após a goleada por 6 a 0 sobre o Iraque.

“O Oscar é o camisa 10 da Seleção. E se espera muito dos camisas 10. Mas ele vem confirmando essa condição, é um jogador inteligente demais. Dos últimos que surgiram, ele foi quem apresentou o crescimento mais consistente”, Mano Menezes, técnico da Seleção.

“Sabemos que o torcedor é movido a emoção e o grito faz parte da euforia deles. É normal. Cabe a nós saber evitar que isso chegue ao grupo. O segredo é seguir pensando jogo a jogo para manter essa sequência de bons resultados”, Diego Cavalieri, goleiro do Fluminense, sobre os gritos de “campeão” da torcida.

“Eu brinquei com ele, falei que foi uma defesa impossível, uma defesaça. Chutei forte, tirei dele, achei que seria gol”, Juninho Pernambucano, sobre a defesa de Rogério Ceni na vitória do São Paulo sobre o Vasco.

“Fico feliz da vida, porque isso é o que mais gosto de fazer e com o maior prazer do mundo. Eu me divirto e ainda ganho dinheiro. Por isso, me considero o cara mais feliz do mundo. Estou em momento único de minha vida e carreira”, Emerson, atacante do Corinthians.

“Ficou mais complicado, mas tenho de acreditar. Precisamos pontuar fora de casa. O torcedor fez a parte dele em Araraquara, mas não fizemos nosso dever. Ninguém aqui vai desistir, muito pelo contrário. Vamos viajar com a ferida aberta, mas ela vai cicatrizar”, Gilson Kleina, técnico do Palmeiras, após a derrota para o Coritiba que complicou o clube na luta contra o rebaixamento.

“Houve jogadores muito bons em várias épocas do passado, mas nunca antes houve tantos ao mesmo tempo. Vários de nós estão se destacando tanto nos principais campeonatos da Europa quanto na seleção e isto é uma novidade para nosso futebol. Fazer parte deste processo me enche de orgulho”, Arturo Vidal, meia do Chile, ao FIFA.com.

"É claro que este jogo representa uma revanche. Mas aquela derrota é uma espinha que vai ficar entalada na nossa garganta", Sergio Romero, goleiro da Argentina, sobre o clássico com o Uruguai, ao FIFA.com.

"Ninguém se esquece desse detalhe. Se mantivermos este nível de eficiência em Quito, ficaremos perto de alcançar o objetivo, que evidentemente é nos classificar para a Copa", Reinaldo Rueda, técnico do Equador, sobre a invencibilidade da seleção nas eliminatórias, ao FIFA.com.

“Existe pressão, mas ela não é problema. Você não pode dar as coisas como garantidas. É ótimo que tenhamos nos classificado para todas as Copas do Mundo desde 1990, mas isso não dá nenhuma garantia para o futuro. A gente precisa lutar a cada jogo, em especial naqueles em que o ambiente é mais precário. Não é algo automático”, Jürgen Klinsmann, técnico dos EUA, ao FIFA.com.

"Estamos muito tranquilos, porque nos preparamos durante três semanas para esta partida. Uma vitória na sexta-feira nos coloca na próxima fase. Temos confiança de que vamos consegui-la", Dennis Alas, capitão de El Salvador, sobre o duelo contra Costa Rica, ao FIFA.com.

"Acredito que, devido ao que mostramos contra a Alemanha, podemos alcançar o segundo lugar do grupo. Só não devemos nos encolher contra a Suécia e a Irlanda", Christian Fuchs, capitão da Áustria, ao FIFA.com.

“O talento existe, mas os nossos adversários — como a Croácia, por exemplo — estão mais avançados em termos de maturidade coletiva e experiência. A atual geração será de ouro nos próximos anos, ela ainda é jovem e pode ser aperfeiçoada”, Marc Wilmots, técnico da Bélgica, ao FIFA.com.

"O clima é muito positivo, porque aprendemos bastante com a Euro. Só lamentamos nosso início de campanha. Era primordial ter pontuado na estreia contra a Ucrânia. Mas a experiência serviu de lição para o grupo. Sabemos que precisamos ser mais sólidos na defesa", Adam Johansson, lateral da Suécia, ao FIFA.com.

"Temos a qualidade e a força necessárias para acabar em primeiro do grupo e nos classificarmos para o Brasil sem repescagem", Safet Susic, técnico da Bósnia e Herzegovina.

"A concorrência está cada vez maior na Oceania. As seleções são imprevisíveis, porque os jogadores não têm uma posição realmente definida. Alguns jogadores acabaram de chegar, é preciso tempo para que o grupo ganhe conjunto. Mas a Nova Zelândia terá uma seleção bem melhor no futuro próximo", Ian Hogg, lateral da Nova Zelândia, ao FIFA.com.

"A equipe vem obtendo progressos constantes nos últimos anos e ficando cada vez mais forte jogo a jogo. Em certo sentido, a seleção atual deve ser a melhor da história do país", Roda Antar, capitão do Líbano, ao FIFA.com.

“Acho que nos últimos anos ficou evidente que o futebol desempenhou um papel importante na Costa do Marfim, não só no campo da política, durante a crise que afetou o país inteiro, mas principalmente em relação ao desenvolvimento da nação e do povo marfinense. Muitos jogadores foram formados aqui e acabaram virando grandes ídolos na Europa, como os irmãos Touré e o Salomon Kalou. Portanto, o futebol tem uma função vital na Costa do Marfim”, Didier Drogba, ao FIFA.com.

“Esta é uma das maiores rivalidades no mundo do esporte. Era meu sonho estar aqui. No futuro poderei dizer que vi este jogo de perto”, Magic Johnson, ex-jogador de basquete, sobre o clássico entre Barcelona e Real Madrid.

“É assustador. Não é como se estes caras tivessem dez chances e aproveitassem uma ou duas. Eles literalmente aproveitam cada chance que têm”, Michael Owen, sobre o mesmo jogo entre Barcelona e Real Madrid, em sua conta do Twitter.