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FIFA.com parabeniza os aniversariantes mais ilustres do mundo da bola. Confira quem são os craques que festejam na semana que vem.

23/9 – Nahomi Kawasumi (27) participou da campanha vitoriosa da seleção japonesa na Copa do Mundo Feminina da FIFA Alemanha 2011, tendo marcado dois gols no triunfo por 3 a 1 sobre a Suécia pelas semifinais. Nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, a atacante quase conquistou um segundo título consecutivo, mas as Nadeshiko sucumbiram diante dos Estados Unidos na final. Ainda assim, ela guarda em casa a medalha de ouro dos Jogos Asiáticos 2010. Com a camisa do clube Kobe Leonessa, Kawasumi ganhou a Copa do Japão e o Campeonato Japonês, do qual faturou o prêmio de melhor jogadora no ano passado. Ela ainda foi eleita para a seleção da temporada da liga nacional em 2010 e 2011.

24/9 – John Arne Riise (32) faz parte da nata de laterais esquerdos do futebol mundial, tendo muitas vezes brilhado por suas inegáveis qualidades ofensivas. Embora nunca tenha disputado uma grande competição com a seleção da Noruega, ele tem um extenso e vitorioso currículo pelos clubes que defendeu. Foi campeão do Campeonato Francês e da Supercopa da França com o Monaco, antes de realizar uma acertada transferência para o Liverpool. Pelos Reds, conquistou uma Liga dos Campeões da UEFA e duas Supercopas da UEFA, sem esquecer um vice-campeonato na Copa do Mundo de Clubes da FIFA. No âmbito nacional, ergueu duas Supercopas da Inglaterra, uma Copa da Liga e uma Copa da Inglaterra. Após sete temporadas na terra da rainha, Riise teve uma passagem pela Roma, voltando em 2011 para o futebol inglês sob as cores do Fulham.

25/9 – Siphiwe Tshabalala (28) pode orgulhar-se de sua trajetória na seleção da África do Sul. Ele foi o primeiro jogador da equipe a balançar as redes adversárias na Copa do Mundo da FIFA 2010, organizada em seu país, com um dos mais belos gols da competição. O atacante também ajudou os Bafana Bafana a alcançar as semifinais da Copa das Confederações da FIFA 2009, antes de deixar escapar a terceira colocação na disputa de pênaltis contra a Espanha. Após ter participado de duas edições da Copa Africana de Nações, ele se prepara para iniciar uma nova disputa continental, desta vez em seu próprio país. Ao longo da carreira, Tshabalala vestiu o uniforme de dois clubes sul-africanos, o Free State Stars e o Kaizer Chiefs. Depois de vencer o campeonato da segunda divisão com o primeiro, arrebatou todos os títulos nacionais com o segundo. Entre seus prêmios individuais, destaca-se o de melhor jogador da liga sul-africana de 2010.

26/9 – Michael Ballack (36) entrou para a galeria de craques da seleção alemã ao liderar a Mannschaft de volta a uma final de Copa do Mundo da FIFA, na Coreia do Sul/Japão 2012. Naquela ocasião, os tricampeões mundiais acabariam perdendo o título para o Brasil, e Ballack terminaria o torneio com três gols marcados. Quatro anos depois, ele ficou em terceiro lugar no Mundial disputado em casa, repetindo o desempenho da Copa das Confederações da FIFA 2005. No cenário europeu, o meia disputou três Eurocopas. Em sua última participação, em 2008, chegou à grande final, mas acabou amargando mais um vice-campeonato, após derrota para a Espanha. Dois anos mais tarde, uma lesão o impediu de jogar a África do Sul 2010. Após ter começado a carreira na ex-Alemanha Oriental, no Chemnitzer, Ballack foi para o Kaiserslautern, ajudando o clube a encerrar um jejum de oito anos sem título com um triunfo na Bundesliga. Em seguida, passou dois anos no Bayern Leverkusen, antes de assinar com o Bayer de Munique, onde conheceu um sucesso estrondoso. Na Baviera, faturou o tricampeonato nacional, além de três Copas da Alemanha e uma Copa da Liga. O currículo cresceria ainda mais no Chelsea, com o qual venceu uma Premier League, três Copas da Inglaterra, uma Copa da Liga e uma Supercopa da Inglaterra. Apesar de tudo, o alemão deixou passar a oportunidade de erguer a Liga dos Campeões da UEFA. Após se recuperar da lesão que o tirou da África do Sul 2010, Ballack retornou ao Leverkusen por duas temporadas, pontuadas por constantes passagens pelo departamento médico. Atualmente, o meia está à procura de um novo clube.

27/9 – Francesco Totti (36) teve a honra de contribuir para o tetracampeonato mundial da Itália na Copa do Mundo da FIFA Alemanha 2006, apagando assim as decepcionantes campanhas de 2002 e da Euro 2000. Seu nome está intrinsicamente ligado à equipe da Roma, tendo dedicado toda sua carreira ao clube, ou seja, nada menos que 24 anos, e recebido o apelido de Rei de Roma. Na capital, conquistou um scudetto, duas Copas e duas Supercopas da Itália, além de ter terminado na segunda colocação da liga italiana em seis ocasiões e de ter disputado as finais da Copa e da Supercopa em quatro e três oportunidades respectivamente. Individualmente, Totti foi eleito duas vezes o melhor jogador da Itália e terminou uma temporada como artilheiro da liga nacional.

28/9 – Ahmed Shoubeir (51) tem lugar cativo na galeria de grandes goleiros da história da seleção egípcia, cuja meta defendeu durante a vitoriosa campanha nas eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA Itália 1990, antes de brilhar como um dos melhores arqueiros do prestigiado torneio. Ele disputou também duas edições da Copa Africana de Nações e ajudou seu país a conquistar sua primeira Copa das Nações Árabes. Após ter começado a carreira em sua cidade natal de Tanta, Shoubeir foi para o Al Ahly e esperou sua chance à sombra de Sabet Al Batal e Ikrami. Uma vez titular, tornou-se goleiro indiscutível da equipe, com a qual arrebatou um número incalculável de títulos nacionais. No cenário continental, ergueu uma Liga dos Campeões da África e quatro Copas Africanas. Além disso, o goleiro egípcio faturou uma Liga dos Campeões Árabes e uma Recopa Árabe.

29/9 – Andriy Shevchenko (36) decidiu recentemente encerrar sua trajetória na seleção da Ucrânia, após ter liderado seu país a uma inédita classificação para a Copa do Mundo da FIFA, na Alemanha 2006, em que foi eliminado apenas nas quartas de final diante do futuro campeão. Seis anos depois, apesar da idade avançada, o atacante brilhou na UEFA Euro 2012, com dois gols, mas sua equipe não passou da primeira fase. Shevchenko despontou no Dínamo de Kiev, vencendo cinco ligas nacionais, três Copas e uma Supercopa da Ucrânia. No Milan, ele se tornou um astro mundial, com a conquista de um scudetto, uma Copa e uma Supercopa da Itália, além de uma Liga dos Campeões da UEFA e uma Supercopa da Europa. Em seguida, o atacante trocou o Milan pelo não menos poderoso Chelsea, com o qual faturou a Copa da Inglaterra e a Copa da Liga, antes de retornar a Kiev. Sua carreira foi premiada por uma Bola de Ouro em 2004 e seis troféus de jogador do ano na Ucrânia. Além disso, Shevchenko foi artilheiro de um Campeonato Ucraniano, dois Italianos e três Liga dos Campeões da UEFA.