As frases da semana
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“É preciso saber que a competição sempre tem jogos duros, em que você não é tão brilhante e o adversário faz bem sua parte. Mas estamos conseguindo ser equilibrados entre atacar e defender, estamos criando muitas oportunidades de gol e fazendo uma média de três gols por jogo. Isso me deixa satisfeito”, Mano Menezes, técnico da Seleção Brasileira, ao FIFA.com.

“Eu sei que venho ajudando bastante o time. Nos amistosos eu já vinha jogando em alto nível, e acho que agora tenho mostrado na Olimpíada que tenho potencial para ser o camisa 10 também da Seleção principal”, Oscar, falando sobre sua rápida adaptação ao time principal, ao FIFA.com.

“Ele é o autêntico armador que o futebol brasileiro vem procurando há anos. Há muito tempo que não tínhamos um camisa 10. A expectativa inicial era que o Ganso pudesse ser esse nome, mas os problemas de lesão que ele teve ainda não permitiram. Agora, com o Oscar, o Brasil tem enfim esse jogador”, Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da Seleção, ao FIFA.com. 

“O nosso entrosamento ficou legal, né? Acho que, pelo fato de eu também ser originalmente lateral e de o Marcelo às vezes jogar como meia, quando um vai, o outro naturalmente fica. O Mano falou isso bem claramente para a gente”, Alex Sandro, comentando sobre o esquema com dois laterais esquerdos na Seleção, ao FIFA.com. 

"Começamos aos poucos, mas terminamos jogando muito. Na final vamos precisar melhorar ainda mais se quisermos conquistar o nosso objetivo, que é a medalha de ouro", Marco Fabián, sobre a semifinal em que o México derrotou o Japão, ao FIFA.com.

"A conversa dos três mais velhos será muito importante para os mais jovens, precisamos deixá-los tranquilos", José Corona, falando sobre o peso da experiência na seleção mexicana, ao FIFA.com.

"Saímos de Honduras com a ideia de que poderíamos chegar longe. Estávamos muito unidos e mostramos humildade. Acho que esse foi o segredo de nossa boa atuação", Jerry Bengston, atacante e destaque de Honduras nas Olimpíadas, ao FIFA.com.

“Acho que devemos nos orgulhar da forma como jogamos, especialmente na partida contra Honduras, mas às vezes a bola não quer entrar, e não dá para fazer nada. O que lamentamos é que tanto trabalho tenha sido jogado fora”, Javi Martínez, defensor da Espanha, sobre a campanha ruim do país nas Olimpíadas, ao FIFA.com.

“É incrível, reencontrei minha veia mais ofensiva ao lado da (Shannon) Boxx e me senti muito à vontade", Carli Lloyd, heroína dos Estados Unidos na conquista da medalha de ouro.

"Ela foi uma líder, se doou bastante no meio-campo durante todo o torneio e mereceu chegar ao título dessa maneira”, Abby Wambach, atacante dos Estados Unidos, sobre o papel da camisa 10 Lloyd no time.

“É um momento histórico para o Canadá. Claro que todo mundo quer o ouro, mas estou muito orgulhosa dessa medalha para o nosso país", Erin McLeod, goleira canadense e uma das heroínas da conquista da medalha de bronze, ao FIFA.com.

“Chegamos a esta competição com todos os requisitos para poder desenvolver um bom futebol, mas isso tinha que ter começado anos atrás, e o que cobramos é que isso continue no futuro. Talvez não para mim ou para a Cristiane – não sei se daqui a quatro anos vou estar jogando uma Olimpíada de novo –, mas para as meninas que sonham em chegar à principal”, Marta, decepcionada após a eliminação do Brasil, ao FIFA.com.

“Foi tudo muito rápido. Fiquei surpreso como todos os torcedores. Inclusive, no dia em que saiu a negociação, estava me preparando para justamente o Atlético. A proposta foi feita na noite de quinta e no dia seguinte já estava tudo concluído. Mas em nenhum momento me arrependo”, Victor, goleiro do Atlético-MG, sobre a saída do Grêmio, ao FIFA.com.

"Para mim, isso representa que sou e fui um dos bons técnicos do Brasil e que sempre serei lembrado, principalmente pelos clubes em que passei e atingi uma marca como esta", Luiz Felipe Scolari, ao completar 400 jogos pelo Palmeiras.

“O Lucas até recentemente manifestava o seu interesse de ficar até a Copa de 2014, mas mudou de ideia. Houve uma negociação com o Manchester, mas ele e seus pais preferiram por razões de foro íntimo ir para o Paris Saint-Germain e não colocamos obstáculos”, João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente do São Paulo, explicando a negociação do jogador para o futebol francês.

“Tentaremos vencer o campeão. O Real Madrid é o último (que levou o Espanhol) e tentaremos tirar deles o título. É um incentivo tentar bater-los e voltar a conquistar a Liga. É uma motivação extra, porque antes fomos nós, e eles queriam nos vencer. Agora, nós tentáramos fazer isso contra eles", Andrés Iniesta, meia do Barcelona, sobre a mudança de situação no Campeonato Espanhol.