Marcas que caem e outras que ganham forma
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A queda de duas marcas olímpicas que duraram quase um século é o destaque da análise estatística do FIFA.com nesta semana. Também conferimos o gol no primeiro toque de um jogador inglês e um croata que balançou a rede no último lance do jogo. Ainda encontramos espaço para a invencibilidade do vascaíno Fernando Prass e a eficiência no ataque de um clube estoniano.

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minutos sem sofrer gols é a sequência do camisa 1 do Vasco, Fernando Prass, que chegou a sua quinta partida com a meta invicta no sábado passado, diante do Internacional. É a melhor marca da carreira do jogador de 34 anos e o maior tempo que o clube carioca passou sem ter sua rede balançada no Brasileirão desde que os reflexos de Acácio fizeram os ataques adversários passarem em branco diante dos cruz-maltinos durante nove jogos e 915 minutos em 1988. Desde a adoção do sistema de pontos corridos, em 2003, apenas quatro times ficaram mais de cinco encontros sem sofrer gols, sendo que o recorde pertence ao São Paulo de Rogério Ceni, com seus 988 minutos e nove partidas em 2007. O ponto que o Vasco arrancou contra o Inter no Beira-Rio foi um dos quatro 0 a 0 entre os dez jogos do fim de semana. Foi a rodada com mais empates sem gols da competição desde julho de 2005. Com o resultado, a equipe do técnico Cristóvão Borges manteve o segundo lugar, a dois pontos do Atlético Mineiro.

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anos foi o tempo que o Uruguai ficou invicto em Torneios Olímpicos de Futebol Masculino até que o Senegal lhe impusesse uma surpreendente derrota por 2 a 0 na quinta-feira. A Celeste estreou na competição em Paris 1924, venceu todos os cinco jogos que fez – marcando 20 gols e sofrendo apenas dois – e levou a medalha de ouro. Quatro anos depois, em Amsterdã, os uruguaios defenderam o título com mais quatro triunfos e apenas um empate. Em sua aguardadíssima volta ao palco olímpico, a equipe do técnico Óscar Tabárez derrotou os Emirados Árabes Unidos por 2 a 1 e ampliou seu retrospecto vitorioso no evento, até que caiu pela primeira vez diante uma seleção senegalesa que jogou por mais de 60 minutos com um a menos, mas contou com atuação inspirada de Moussa Konaté.

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anos e 243 dias foi a idade com a qual o galês Ryan Giggs marcou um gol pela seleção da Grã-Bretanha no Torneio Olímpico de Futebol de Londres 2012, tornando-se o jogador mais velho a balançar a rede na competição. O meia do Manchester United completou de cabeça o cruzamento de Craig Bellamy aos 16 minutos, abrindo o placar contra os Emirados Árabes Unidos e quebrando o recorde do egípcio Hussein Hegazi, que, com seus 37 anos, fez o mesmo em Paris 1924. Quando Giggs deixou o gramado de Wembley sob os aplausos da torcida, aos 27 do segundo tempo, Rashed Eisa já havia empatado para os emiradenses. No entanto, o substituto do atleta do Manchester United, Scott Sinclair, pegou um rebote e, em seu primeiro toque, voltou a pôr os britânicos na frente, antes que outro reserva, Daniel Sturridge, selasse a vitória por 3 a 1.

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gols a favor e nenhum contra é o retrospecto do Levadia em suas duas últimas partidas pelo Campeonato Estoniano. A média de 6,5 por jogo é ainda mais impressionante quando se leva em conta que o clube havia marcado apenas dez vezes em seus oito compromissos anteriores. Albert Taar, que não havia balançado a rede em toda a temporada, fez cinco nessas duas rodadas. Com os triunfos, o Levadia manteve sua invencibilidade – é o único a não ter perdido na competição – e os cinco pontos de distância para o líder Kalju. Treinado por Marko Kristal, ex-meia da seleção da Estônia que se tornou o mais jovem jogador europeu a chegar aos cem jogos por seu país em 2001, o Levadia não sofreu gols em 14 dos 20 compromissos na atual edição do torneio nacional.

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segundo de bola rolando foi quanto de jogo houve depois do gol de cabeça de Domagoj Vida para o Dínamo de Zagreb contra o Ludogorets. Esse feito, no último suspiro do encontro, deu ao clube croata a vaga na terceira fase preliminar da Liga dos Campeões da Europa, eliminando o clube búlgaro, que até então avançava no critério dos gols fora de casa. Ante Rukavina havia dado o empate em 1 a 1 ao time da capital da Croácia no jogo de ida, aos 48 do segundo tempo. Na volta, porém, Emil Gargarov e o atacante brasileiro Marcelinho colocaram os búlgaros à frente na série, fazendo 2 a 1 ainda no primeiro tempo. Rukavina, no entanto, marcou seu segundo no jogo aos 15 da etapa final. Mesmo com a expulsão de Marcelinho no início do segundo tempo, o Ludogorets ficou a poucos instantes de seguir na competição. No entanto, enquanto o goleiro do Dínamo, Ivan Kelava, subia à área adversária para comandar o último ataque, o zagueiro Vida completou o cruzamento de Ivan Peko a exatamente 52 minutos e seis segundos. Foi o último lance da partida, já que o árbitro apitou o fim enquanto os jogadores búlgaros desabavam de decepção no gramado. No fim, o conjunto do técnico Ante Cacic seguiu adiante com um 4 a 3 na soma dos placares.