Séries ruins para Brasil, Itália e África do Sul
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Na análise estatística desta semana, o FIFA.com destaca os irmãos que estão causando sensação na Copa das Nações da Oceania, a quantia recorde paga por Eden Hazard, a série de vitórias mexicanas em jogos contra o Brasil e as sequências pouco comemoradas de Itália e África do Sul.

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milhões de euros foi a quantia que o Chelsea pagou ao Lille pelo meia Eden Hazard, quebrando o recorde de maior venda já realizada por um clube da primeira divisão francesa. Ironicamente, a marca anterior também havia sido estabelecida pelo time londrino, que desembolsou 36 milhões para trazer Didier Drogba do Olympique de Marselha em 2004. Com Hazard, os Blues recrutam um jogador que deu 16 assistências na última temporada, mais que todo mundo nas cinco principais ligas nacionais da Europa à exceção de Mesut Özil, que registrou 17. Além disso, o belga teve a chance de enfrentar alguns dos novos companheiros quando vestiu a camisa do seu país contra a Inglaterra no sábado e, mantendo a boa fase, criou seis oportunidades de gol — duas vezes mais que qualquer um na equipe comandada por Roy Hodgson. A seleção inglesa, que teve mais finalizações que o adversário em somente uma das últimas dez partidas que disputou, marcou o gol que definiu a partida no seu único chute na meta.

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gols em apenas três partidas é a impressionante marca que quatro membros da mesma família conseguiram na Copa das Nações da Oceania pelo Taiti. Os Tehau — os irmãos Alvin, Jonathan, Lorenzo e o primo Teoanui — causaram sensação ao ajudar o país a se classificar às semifinais do torneio continental. Os quatro deixaram o seu nome na súmula já na partida de estreia, uma goleada de 10 a 1 contra Samoa: Lorenzo anotou quatro gols com direito a um hat trick em três minutos, enquanto Alvin e Jonathan marcaram dois tentos cada um e Teoanui saiu do banco para completar a coleção. Todos eles voltaram a balançar as redes na sequência da competição e Lorenzo é o atual artilheiro do torneio, com cinco gols.

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partidas sem vitória é a série que custou a Pitso Mosimane o cargo de técnico da África do Sul no começo da semana. Os Bafana Bafana não conseguem vencer há quase oito meses e o jejum de nove jogos iguala a pior sequência da história da seleção, registrada entre 1997 e 1998 e novamente em 2005. A fase atual não poderia ser mais contrastante com os resultados conquistados quando Mosimane assumiu o comando: os primeiros nove compromissos do treinador saldaram-se com seis vitórias, dois empates e somente uma derrota. Mas a principal causa da derrocada sul-africana tem sido a falta de pontaria. Afinal, o gol de Katlego Mphela no empate em 1 a 1 com a Etiópia no domingo foi apenas o sexto tento da África do Sul nos últimos nove jogos. Já a equipe de Gana não está enfrentando o mesmo problema. A goleada de 7 a 0 sobre o Lesoto foi o segundo maior triunfo ganês em jogos da seleção principal desde os 9 a 1 contra Níger em 1969. Além disso, o resultado ajudou os ganeses a superar a marca de cem gols em torneios preliminares para a Copa do Mundo da FIFA. A honra de anotar o gol centenário em eliminatórias coube a Dominic Adiyah, que abriu a contagem contra os lesotianos.

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vitórias contra o Brasil é o retrospecto mexicano em jogos disputados desde a virada do milênio, período em que nenhum adversário venceu tantas vezes a equipe canarinho. Com o triunfo de 2 a 0 do último fim de semana, o México ampliou a sua vantagem em relação ao Paraguai, que tem quatro vitórias sobre a Seleção Brasileira, e em relação a Argentina e França, que acumulam três. Outro fato que impressiona é que o conjunto asteca também conseguiu manter a sua meta invicta nessas seis vitórias. O resultado de domingo pôs fim à sequência de oito vitórias do Brasil, embora não faça jus ao desempenho da equipe de Mano Menezes, que teve 67% da posse de bola e 16 finalizações, contra cinco do rival. Mas nada disso importa para os mexicanos. Afinal, os astros do ataque Giovani Dos Santos e Javier Hernández balançaram as redes pela segunda partida consecutiva, enchendo a equipe de moral para o jogo contra a Guiana pelas eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA, na próxima sexta-feira.

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derrotas seguidas é a sequência que a Itália levará para a Euro 2012, a pior série da Azzurra em 26 anos. O país tetracampeão mundial não amargava três reveses consecutivos desde fevereiro de 1986. O mais recente, por 3 a 0 contra a Rússia, foi o maior sofrido pelos italianos desde que o Brasil se impôs pela mesma margem em 2009. Outra preocupação é que os gols também desapareceram: a equipe do técnico Cesare Prandelli está há 310 minutos sem estufar o filó. Dois dos adversários da Itália na primeira fase da Eurocopa chegam ao torneio em situação bem mais tranquila. A Holanda certamente não teve dificuldades para encontrar o caminho das redes nos 6 a 0 contra a Irlanda do Norte, a maior vitória holandesa em amistosos desde um 7 a 1 sobre a Hungria em 1994. Já a Polônia, que sediará o torneio ao lado da Ucrânia, não foi vazada nos últimos cinco jogos que disputou, cravando um novo recorde para a seleção polonesa.