
Um dos jogadores mais conhecidos da Arábia Saudita, Sami Al Jaber teve uma carreira longa e notória tanto no futebol de clubes quanto na seleção. Ele estreou no Al Hilal quando tinha 16 anos e, mais de duas décadas depois, se aposentou no mesmo clube em uma partida memorável contra o gigante inglês Manchester United.
Entre as realizações mais importantes do ex-atacante estão as quatro participações consecutivas na Copa do Mundo da FIFA com a seleção saudita e o fato de ser o único jogador asiático a ter marcado gols em três edições do torneio — a última delas foi na Alemanha 2006.
Os muitos gols de Al Jaber lhe renderam notoriedade nos gramados, enquanto a sua experiência e enorme popularidade abriram o caminho que o levou à gestão esportiva após pendurar as chuteiras. Atualmente, "O Lobo", como é conhecido na Arábia Saudita, é diretor geral do Al Hilal e membro da Federação Saudita de Futebol. O FIFA.com traz para você uma seleção das melhores frases do ídolo.
“É maravilhoso e muito estimulante continuar marcando gols no final da carreira”, sobre a sua constante precisão diante da meta adversária com o Al Hilal e com a seleção.
“Foi uma expressão espontânea depois de marcar o gol, e a verdade é que eu amo mesmo os torcedores que foram até o Bahrein para apoiar o país — assim como amo todos os admiradores da nossa seleção”, sobre a comemoração de um gol contra o Bahrein nas eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA 2002, na qual desenhou um coração no ar.
“Estou preocupado em me aposentar depois da Copa do Mundo e voltar novamente em 2010 (risos). Eu estava falando sério quando decidi deixar de defender a seleção, há quatro anos, mas não hesitei em cumprir o meu dever quando o país precisou de mim”, sobre o retorno aos gramados para participar da Copa do Mundo da FIFA Alemanha 2006.
“É claro que estou satisfeito com a resposta favorável ao site. Superou as minhas expectativas. Não achava que se tornaria tão popular. Talvez o que mais me agrade seja o tremendo sucesso dos fóruns de discussão”, sobre o êxito do seu site oficial.
“Profissionalismo é uma palavra difícil para os sauditas no momento, porque implica características que alguns dos nossos astros não têm. As duas coisas mais importantes para os sauditas que jogam no exterior são paciência e capacidade de adaptação e, geralmente, eles deixam a desejar nesses aspectos”, sobre os desafios enfrentados pelos compatriotas que atuam fora do país.
“Parece que peguei o vírus no hospital. Comecei a ficar preocupado depois que me senti mal duas vezes em uma semana. Fui ao hospital e pedi que fizessem um exame para gripe suína, e o resultado foi positivo. No entanto, os médicos disseram que eu me recuperaria sem a necessidade de tomar remédios”, sobre ter contraído gripe suína.
“Fico muito contente com aquela experiência e com o fato de ter sido o primeiro profissional da Arábia Saudita e do Golfo a jogar na Inglaterra”, sobre o empréstimo que o levou a passar quatro meses no Wolverhampton.
“Participei de muitos torneios durante a carreira, muitas vezes às custas do meu bem-estar físico e das minhas horas de lazer”, sobre os sacrifícios de uma longa carreira no futebol.
“Quem dera fosse tudo isso! Ganho um salário mediano e gasto mais de 80% dele comigo e com a minha família, que é bem grande”, sobre as estimativas exageradas envolvendo a sua renda anual.
“Não é novidade. Recebo esse tipo de crítica há 22 anos, portanto fiquei imune a essas coisas”, sobre ser alvo de cobertura negativa por parte da imprensa.
“Tive muita dificuldade para conciliar o futebol com os estudos, mas acabei conseguindo me formar. Queria continuar estudando, mas era muito difícil”, sobre a obtenção do diploma universitário.
“Consegui quebrar vários recordes. Acredito que se passarão muitos anos até que alguém conquiste um sucesso parecido”, sobre o apelido "A Lenda", um dos seus preferidos.